tão supérfolo quanto a monotonia do cotidiano que me há de ser. De saber ou não, o alicerce da razão, tão sólido quão palavras que me tiram a direção; que me sentem, que me fazem, que me são, que me valem. Que além me regem e me curam; me fascinam e ludibriam;
meu acuo, meu recuo,
minha inspiração;
minha coêrencia em quais são,
minha consciência por então
Oque me mata e me consome
pouco a pouco sem saber,
o que aflora e revela,
a essência do meu ser.
Por: Aryane A. A. de Mello